por falar nisso


Patrícia Pilar e os machões

Se há uma coisa difícil de entender é o gosto da Patrícia Pilar pelo nosso sexo.  Ou então a Patrícia não é a pessoa que a midia nos vende.  Só para alinhar, eu vejo a Patrícia como uma atriz moderna, talentosa, bonita e que sabe se valorizar.  Por exemplo, nunca deu as caras (por assim dizer) em Playboy e congêneres.  O que mostra que ela sabe o que é uma atriz e o que é uma modelo ou vedete (eta plavrinha fora de moda...).

 

Aí a gente vê a Patrícia de mão dada com o Ciro Gomes que não é bem o prototipo do homem moderno.  Ele já chegou a publicamente descrever o papel da Patrícia em sua vida como ser meramente de dormir com ele, desprezando a contribuição que o carisma de uma mulher como ela acrescenta a qualquer político.  Ou seja, muito mais para Berlusconi do que para Sarkozy.  Mas, o amor é cego, a beleza esta nos olhos de quem vê e vamos em frente.

 

Agora leio no jornal que estréia o primeiro filme dirigido por Patrícia e trata-se de um documentário sobre Waldick Soriano, o nosso machão nordestino que ganhou fama ao cantar para todo o Brasil esse clássico do nosso cancioneiro intitulado “Eu não sou cachorro, não”.

 

Quer dizer, ela gosta do tipo...  Ela tem uma atração por um cabra da peste da muléstia, da gota serena...

 

E eu com isso?  Nada, absolutamente nada.  Se por acaso a encontrar vou caprichar numa imitação de coroné nordestino.  Nunca se sabe...



Escrito por Jose Mattos às 11h41
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Ginástica geriátrica em Copacabana

O Globo publicou no último domingo um artigo sobre idosos de mais de 90 anos ainda praticantes de atletismo.  Eles disputam provas como arremesso de disco, cem metros razos e por aí vai.  Pode ter sido muito surpreendente para alguns, mas não para quem frequenta academia de ginástica em Copacabana.

 

A famosa princesinha do mar é há muito tempo um reduto da terceira, quarta e quinta idade.  Diz uma lenda do marketing que é o único bairro do Rio onde a venda de fraldas geriátricas supera a das infantís.

 

Eu embora ainda longe (espero) das fraldas e afins pratico minha ginástica em uma boa academia de Copacabana.  Lá é fácil encontrar-se homens e mulheres septuagenários, octogenários a levantar pesos, caminhar vigorosamente e até correr em esteiras ou soltar pedaladas nas bicicletas estacionárias.

 

O ambiente é ótimo, a turma se diverte, se provoca, dá as suas paqueradas e mostra para quem quiser que se não é verdade que a vida começa aos cinquenta é mentira que ela termina ao se atingir a velhice.  Os instrutores também se distraem com o clima e é com bastante alegria que saúdam a turma: e aí meu jovem, animado?

 

Eu não tenho pretensões a uma vida muito longa.  Acho que há uma hora em que você já viu todos os filmes, já leu todos os livros e não aguenta mais escutar as mesmas músicas.  Talvez netos, bisnetos ajudem a levar a coisa, mas eu creio que deve ter um momento que uma pessoa se pergunta o que ainda esta fazendo no mundo. 

 

Para essa turma que eu vejo suar na academia parece que levantar uns pesos responde positivamente a essa questão.  Viva eles!



Escrito por Jose Mattos às 09h44
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